Cliente tenta retirar US $ 20 trilhões no Crypto Exchange Glitch

Um erro do sistema em uma troca japonesa de cryptocurrency viu uma tentativa de usuário com uma enorme quantidade de bitcoin, de acordo com relatórios.

A troca da Zaif, operada pela Tech Bureau Corp. baseada em Osaka, viu a breve falha na semana passada, o que permitiu que os comerciantes fizessem compras de cripto gratuitamente, de acordo com a Reuters.

À medida que os clientes perceberam a situação, um número tentou aproveitar ao máximo a janela de 20 minutos para moedas gratuitas. Um, de acordo com o Asahi Shimbun, até colocou uma ordem de bitcoin no valor de 2.200 trilhões de ienes (US $ 20 trilhões) no momento; em seguida, movendo-se para rapidamente vendê-lo novamente.

A Tech Bureau Corp. anunciou ontem que o incidente ocorreu em 16 de fevereiro, detalhando que sete clientes haviam obtido criptografia a custo zero.

A empresa cancelou as transações e corrigiu os saldos dos usuários, indica Asahi. No entanto, uma fonte da Reuters sugere que a correção ainda está sendo negociada com um dos sete usuários que tentaram transferir o bitcoin gratuito longe da plataforma Zaif.

Como pelo menos um cliente tentou revender seu bitcoin, de acordo com Asahi, mas a grande quantidade de criptografia oferecida em breve chamou a atenção, mesmo fora da troca.

Um funcionário da Tech Bureau teria pedido desculpas pela falha e disse que a empresa tomaria medidas para evitar que tais problemas se repitam.

A notícia vem quando as trocas do Japão já estão sob pressão sobre os padrões técnicos depois que a troca de Coincheck sofreu um grande hack em janeiro.

Fonte: CoinDesk

RobinHood promete negociação de moedas digitais sem taxas

Já pensou em realizar transações de Bitcoin e Ethereum sem custos? A partir de fevereiro, esse desejo se tornará realidade com o lançamento do aplicativo de negociações RobinHood.

A novidade foi recebida com entusiasmo, afinal as taxas cobradas pelas corretoras de moedas digitais podem limitar o número de operações e sofrem com críticas constantes da comunidade.

A plataforma promete ainda rastrear o preço de uma série de outras criptomoedas, como o Ripple, Bitcoin Cash, Monero e Litecoin; verificar ETFs (fundos de índices comercializados como ações), além de checar outras opções de investimentos.

De acordo com o anúncio feito no blog da empresa, os depósitos de até US$ 1.000 serão disponibilizados instantaneamente para o trade de moedas digitais. Já os fundos adicionais serão transferidos na conta do usuário na ferramenta via sistema ACH.

A empresa espera que ao oferecer negociações com custo zero, o número de entusiastas de criptomoedas que apostam no serviço aumente exponencialmente e ultrapasse os 3 milhões.

Em entrevista à TechCrunch, o co-fundador da companhia, Vlad Tenev, comentou que o potencial desse mercado é infinito. “Acreditamos que as moedas digitais podem reorganizar a forma como o dinheiro funciona desde o início, colocando o poder que antes ficava com as instituições financeiras diretamente nas mãos das pessoas”.

Tenev afirmou ainda que a RobinHood não tem planos de lucrar com essa fatia de mercado em um futuro próximo, mas almeja conquistar mais clientes e servir melhor os que já acreditam em seus produtos.

Os prós da RobinHood

Sabendo que neste segmento uma fração de segundo pode significar a diferença entre lucro e prejuízo, a equipe da empresa construiu um sistema de negociação de baixa latência para receber as ordens e executá-las no menor tempo possível.

Os servidores da RobinHood transmitirão em tempo real os dados das negociações superando a espera de até 20 minutos na atualização das cotações como acontece em algumas corretoras.

A companhia também garante que avisará os clientes com antecedência sobre eventos importantes, como ganhos e dividendos, com alertas por e-mail e celular para que as informações os ajudem a saber se chegou a hora de vender ou adquirir criptomoedas.

Fonte:  Bitcoin Brasil

eSocial passa a ser obrigatório para grandes empresas

Empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões terão de prestar informações sobre seus empregados ao governo por meio do eSocial. Para acesso ao sistema é necessário o uso do certificado digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil, a medida entrou em vigor na última segunda-feira, 8.

Com o uso da plataforma digital, o processo de prestação de informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas será mais simples, barato e eficiente para essas empresas. O volume de declarações fiscais, previdenciárias e trabalhistas que as empresas precisam enviar aos órgãos governamentais chega a quinze.

Para o restante das empresas brasileiras – micro e pequenas empresas e ainda microempreendedores que possuam empregados – o uso do eSocial para prestação de informações será obrigatório a partir de julho. Já para o setor público, o sistema deverá ser utilizado a partir de 2019.

Quando totalmente implementado, o eSocial reunirá informações de mais de 44 milhões de trabalhadores do setor público e privado do país em um único sistema. As empresas que descumprirem o envio de informações por meio do eSocial estarão sujeitas a aplicação de penalidades e multa.

Fonte: ITI

Nota técnica do ITI orienta sobre uso do nome social em certificados ICP-Brasil

O Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, na qualidade de Autoridade Certificadora Raiz da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil, publicou a Nota Técnica nº 34, que trata do uso do nome social em certificados digitais.

Segundo o entendimento de sua Procuradoria Federal Especializada, “a inclusão do nome social no cadastro do titular do certificado é adequada e se coaduna com a atual política de reconhecimento da identidade de gênero”.

Para ler a nota em seu inteiro teor, acesse: https://goo.gl/RLjWWx

As criptomoedas que valorizaram mais que o bitcoin em 2017

2017 certamente foi o ano do bitcoin: a criptomoeda valorizou 1.318%, chegando a um valor de mercado de mais de US$ 250 bilhões e ganhando bastante atenção na mídia (e não apenas no nicho de tecnologia). Todos os seus tios perguntaram sobre o assunto no Natal. Ainda assim, considerando os principais ativos criptográficos do mercado, o bitcoin não ficou nem no top 10.

Foto por goodegg0843/Flickr

Quartz compilou uma lista dos ativos criptográficos que mais valorizaram em 2017. Esses ativos incluem tanto as criptomoedas, como o bitcoin e o ethereum, quanto os criptotokens, como o Ardor e o Golem, que funcionam por meio do blockchain e possuem valor, mas não foram criadas primariamente para servirem como moedas.

Como esperado, o ripple ficou em primeiro lugar: valorizou mais de 36 mil por cento em 2017, transformando-se na segunda criptomoeda mais valiosa do mundo, atrás somente do bitcoin. Ele é um pouco diferente das outras criptomoedas: não serve para fazer compras, é operado por uma empresa privada e não pode ser minerado; em vez disso, ele serve para instituições financeiras transferirem dinheiro globalmente.

Em termos mais simples, a alta de 36.018% do ripple significa que R$ 1.000 poderiam se transformar em R$ 3.611.800 em 12 meses. A valorização absurda do bitcoin em 2017 quase some no gráfico de comparação com o ripple:

Em seguida ficou o NEM, uma criptomoeda com foco em desempenho, que valorizou 29.042% no ano, seguido pelo Ardor (alta de 16.809%), uma plataforma que permite às empresas criarem seus próprios blockchains. O bitcoin fica em 14º lugar. Este é o ranking:

  1. Ripple: 36.018%
  2. NEM: 29.842%
  3. Ardor: 16.809%
  4. Stellar: 14.441%
  5. Dash: 9.265%
  6. Ethereum: 9.162%
  7. Golem: 8.434%
  8. Binance Coin: 8.061%
  9. Litecoin: 5.046%
  10. OmiseGo: 3.315%

Quando consideramos apenas as criptomoedas, o bitcoin fica na oitava posição:

  1. Ripple: 36.018%
  2. NEM: 29.842%
  3. Stellar: 14.441%
  4. Dash: 9.265%
  5. Ethereum: 9.162%
  6. Litecoin: 5.046%
  7. Cardano: 2.782%
  8. Bitcoin: 1.318%
  9. Bitcoin Cash: 513%
  10. IOTA: 501%

No momento, o valor de mercado dos 1,3 mil ativos criptográficos listados no CoinMarketCap é de US$ 712 bilhões — maior que o de grandes empresas de tecnologia, como Microsoft (US$ 665 bilhões), Amazon (US$ 578 bilhões) e Facebook (US$ 534 bilhões). Não há dúvidas de que as criptomoedas estão em uma boa fase; resta saber até quando essa febre vai durar.

Tecnocast 071 – Vale a pena investir em Bitcoin?

Não é por acaso que tanta gente vem falando sobre Bitcoin. A criptomoeda bateu recordes históricos em 2017, e muita gente acredita que ela não apenas continuará essa subida exponencial, como um dia poderá substituir a moeda que nós temos.

Fonte: Tecnoblog

Investidores de moedas digitais são estúpidos, diz político americano

O ex-diretor do Departamento de Gestão e Orçamento do governo dos Estados Unidos, David Stockman, afirmou em entrevista a CNBC que os investidores que apoiam as criptomoedas são “especuladores estúpidos”.

“É basicamente uma classe de especuladores realmente estúpidos que se convenceram que as árvores crescem para o céu. Isso ( o mercado de moedas digitais) vai sofrer um acidente espetacular. Todos os entusiastas ficarão com as mãos queimadas e aprenderão a lição adequada”.

O comentário nada simpático sobre a tecnologia inovadora vem em conjunto com uma perspectiva pessimista para o mercado de ações global com a previsão de uma “tempestade gigantesca e horrenda” no setor.

De acordo com o Stockman, todos os ativos e criptomoedas caíram em valor, o que significa que tempos difíceis virão.

Opiniões divergentes

Stockman já declarou mais de uma vez que acredita que o Bitcoin é uma bolha e que as criptomoedas não possuem valor intrínseco, o que dificultaria a possibilidade de que elas viessem a se tornar ativos “reais”.

No entanto, o investidor bilionário Mark Cuban diz que a falta de valor subjacente é verdadeira para qualquer ativo e moeda no mercado.

Segundo ele, mesmo as moedas fiduciárias que são totalmente controladas por governos em termos de oferta e demanda não contam com valor intrínseco, pois sua avaliação depende do mercado e do crescimento do interesse dos investidores.

Cuban sugere em um exemplo que se empresas, população e investidores optarem pela não utilização de um ativo, como o dólar, seu valor inevitavelmente cairá.

Em um evento realizado pela revista Vanity Fair no último mês de outubro, o bilionário ressaltou que na maioria das ações, não há valor subjacente, uma vez que você não possui direitos de propriedade verdadeiros e nenhum direito de voto. Os investidores só teriam a capacidade de comprar e vender seus próprios estoques e isso é exatamente o que acontece com o Bitcoin.

Além de não se dar por convencido com os argumentos dados por Cuban, David Stockman afirma que as moedas digitais não são dinheiro real porque suas transações não são estáveis.

Quem é Stockman?

O americano nascido no Texas tem 71 anos e é autor, empresário e político. Atuou na administração do presidente Ronald Reagan no cargo de diretor do Departamento de Gestão e Orçamento da casa Branca entre 1981 e 1985.

Fonte: Bitcoin Brasil

Rússia e Inglaterra anunciam moedas digitais próprias mas não dão detalhes de seu funcionamento

O ano “nem começou” direito e as mesmas “ladainhas” de 2017 também resolveram seguir no novo ano e, como não poderia faltar, diversos países continuam a anunciar a criação de suas próprias moedas digitais. O caso agora não é novo, pois ambas as nações já vinham comentando seus projetos, no entanto, tudo indica que a proposta é mesmo séria, e Rússia e a Inglaterra podem ter em 2018 suas moedas digitais, pelo menos é isso que afirmaram os lideres Vladimir Putin e o Dr. Mark Carney, Governador do Banco da Inglaterra.

No casso inglês, a RS Coin poderia ser a moeda usada pelos bancos centrais para liquidar pagamentos. Já no caso Russo, a idéia é para “driblar” sanções, segundo o Criptocoinews, a nação Transcontinental, pretende criar sua própria criptomoeda para escapar das sanções americanas e internacionais e com isso vencer obstáculos geopolíticos que estas acabam impondo, no entanto, como já adiantou o assessor econômico de Putin, Sergei Glazev, a circulação do Rublo criptográfico seria, de alguma forma, restrita e completamente supervisionado e controlada pelo Kremlin, sem, no entanto dar mais detalhes sobre o assunto. A moeda que, portanto, não poderia ser minerada, seria emitida pelo Banco Central da Rússia.

A ideia de Putin e do Banco Central Inglês não é nova e diversas nações pelo mundo, tem procurado formas ou anunciado que irão editar suas próprias moedas digitais, como é o caso de Israel, Venezuela, India, Estónia, Japão e tantas outras nações que, aturdidas com o sucesso das criptos em 2017, entendeu que também as moedas fiat nacionais precisariam de um “clone” digital, para os mais diversos fins, uns, entendem que para o varejo, outros para financiar projetos, outros para a segurança da nação e outros simplesmente para alguma coisa que não sabem explicar.

Parece, entretanto, que os chefes das maiores nações do mundo não entenderam realmente o funcionamento da Blockchain e o princípios mais básicos das criptomoedas e, por isso, não conseguem, ou não querem, responder as principais questões que são colocadas quando anunciam seus ‘criptofiats‘.

O primeiro questionamento é a devolutiva da principal critica que os próprios governos fazem aos ativos digitais, qual será o seu lastro? Para cada “CryptoRuble”, por exemplo, haverá um Ruble fiat guardado em algum banco para garantir o valor? A Rússia no caso, vai tirar de circulação a parte do dinheiro fiat correspondente ao CryptoRuble ou se trata da emissão de mais dinheiro?

Numa moeda controlada e emitida pelo Estado quem vai auditar sua circulação, como acontece na Blockchain, de forma descentralizada e open source? Elas terão um fornecimento máximo, transparente e a prova de falsificações ou depende de quem estiver no governo? quem vai controlar o código? qual a proteção que terá contra cyber ataques? Se ela terá uma circulação restrita, onde será? Como o governo vai garantir, já que se pretende transfronteiriças, que também elas não sejam usadas para lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e demais delitos? Elas usaram uma blockchain própria para circular ou o Estado terá um grande servidor do dinheiro? Quem vai aceitar?

Essas e muitas outras são perguntas ainda em aberto e, mesmo depois de um ano de muitas publicações e anúncios de moedas digitais estatais, ainda nada foi revelado. Tudo indica que todos os projetos de criptomoedas de Estados não tem nada a ver com criptomoedas e sim com “Pontos do Cartão” ou “Milhagens”, também valem dinheiro, também podem ser compradas e usadas para compras diversas mas não tem nada a ver com criptomoeda ou qualquer coisa perto disso. O Estado que centralizar o que nasceu para ser distribuído.

Fonte: Criptomoedas Fácil

Quem é obrigado a ter certificado digital?

O Certificado Digital é o documento eletrônico cada vez mais necessário, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Na verdade, em alguns casos, ele é obrigatório, e sem ele não é possível efetivar determinadas operações.

Você sabe em quais ocasiões é necessário utilizá-lo? Leia o texto a seguir e descubra quais são as empresas e profissionais que precisam do Certificado Digital!

As funções e os tipos de Certificado Digital

O Certificado Digital é um arquivo eletrônico que funciona como uma assinatura digital para pessoas físicas e empresas. Isso significa que possui validade jurídica, conferindo autenticidade e integridade a diferentes documentos.

Entre os principais modelos de Certificados Digitais, podemos citar o e-CPF (pessoas físicas) e o e-CNPJ (para pessoas jurídicas). Além disso, existem determinadas finalidades, como o envio de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Nota Fiscal Eletrônica do Consumidor (NFC-e)  e de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e).

Há tipos diferentes de Certificado Digital, como o A1 (emitido no computador e tem validade de 1 ano) e o A3 (emitido em mídia, cartão ou token e pode ter validade variada, em sua maioria 3 anos). Eles apresentam formatos diversos, podendo ser disponibilizados em token, smart card ou em arquivo eletrônico para ser instalado no computador.

Além dos já citados, existem outros modelos. O tipo S é usado somente para oferecer sigilo ou criptografia de dados. Ou seja, nesse o Certificado Digital é utilizado para o envio ou o armazenamento dos documentos sem expor o conteúdo.

Já o tipo T, também chamado de timestamping, certifica o dia e a hora em que determinado documento eletrônico foi assinado, com identidade do autor.

Como obter um Certificado Digital

Antes de tudo, a pessoa (física ou jurídica) deve entender para que utilizará o Certificado, isso determinará o tipo do Certificado Digital e sua forma de armazenamento, entendo isso, deverá selecionar uma Autoridade Certificadora  credenciada para emissão deste documento eletrônico.

O ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação), órgão federal que rege a certificação digital no Brasil, determina que é obrigatória a validação presencial, onde o titular do certificado deverá estar presente em um dos postos de atendimento espalhados pelo Brasil, levando a documentação exigida, após validado, o Certificado Digital será imediatamente emitido. Algumas autoridades certificadora, disponibilizam o serviço de Delivery, onde um agente vai até o escritório do titular do certificado.

Os custos com esse documento variam, dependendo principalmente do tipo de certificado e de seu formato (token, smart card, instalado no computador), podendo variar entre R$ 173 e R$ 783.

A legislação e a certificação digital

Para algumas empresas, o uso do Certificado Digital é obrigatório por lei.

A legislação nacional que trata do assunto pertence à ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas), que tem como fundamento principal a Medida Provisória 2.200-2, de 24/08/2001. Foi essa providência que criou o sistema nacional de Certificação Digital da ICP-Brasil.

Essa legislação é complementada por resoluções definidas pelo Comitê Gestor e por Instruções Normativas determinadas pelo Diretor-Presidente do ITI.

Estas são as leis e normas que a pessoa deve conhecer para se inteirar mais sobre certificação digital:

As empresas obrigadas ao uso do Certificado Digital

Todas as empresas que seguem os regimes tributários de Lucro Real ou Lucro Presumido estão obrigadas a emitir NF-e, necessitando, portanto, do Certificado Digital.

A nota fiscal é obrigatória nas operações de venda de produtos que estão sujeitas à incidência do ICMS, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. O Certificado Digital e a autorização emitida pela Secretaria da Fazenda estadual garantem a validação da nota fiscal.

As empresas optantes pelo Lucro Presumido têm obrigação de emitir o Certificado Digital, pois a maior parte das declarações requeridas pela Receita Federal só pode ser efetuada por meio desse documento.

No caso das empresas optantes pelo Simples Nacional, antigamente não era obrigatório o uso do Certificado Digital. Mas, gradualmente, começou a ser exigida a utilização de tal solução.

Primeiramente, para as empresas do Supersimples com mais de 10 funcionários. Depois, para empresas com mais de 8 funcionários. Em seguida, para empresas com mais de 5 funcionários. E, finalmente, em janeiro de 2017, o Certificado Digital tornou-se obrigatório para as empresas do Simples com mais de 3 empregados.

Com o auxílio do certificado, as pessoas jurídicas podem enviar ao governo informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais.

No caso do MEI (Microempreendedor Individual), em alguns estados não é imprescindível a emissão de NF-e. Se o MEI se dispuser a emitir Nota Fiscal Eletrônica, deverá verificar se existe a necessidade de inscrição estadual para tal e se isso é permitido no estado em que atua.

As consequências para empresas obrigadas que não usarem Certificado Digital

Se for obrigada, a pessoa jurídica que não utilizar o Certificado Digital ficará impedida de enviar as declarações das obrigações acessórias. Além disso, não poderá pagar os tributos exigidos por lei. A multa incidente é de 20% do tributo que não for declarado, sendo o valor mínimo correspondente a R$ 500,00.

No caso da emissão de notas fiscais eletrônicas, a multa será aplicada sobre o comprador — isso torna a conclusão de transações comerciais mais difícil para a empresa.

Uma empresa adotante do Simples Nacional, por exemplo, não poderá enviar informações por meio do documento chamado GFIP (que é o Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social) e do eSocial, ficando sujeita a sanções administrativas e multas.

A necessidade de usar o Certificado Digital

Além da obrigatoriedade definida por lei, é necessário considerar os benefícios que o Certificado Digitalproporciona à pessoa que o usa, seja ela física ou jurídica:

  • aumenta a credibilidade e a confiabilidade do emissor da mensagem ou da negociação;
  • reduz custos (documentos eletrônicos com validade jurídica não precisam de reconhecimento de firma em cartório);
  • diminui a burocracia;
  • minimiza as chances de fraude dentro da empresa;
  • proporciona maior privacidade e segurança nas transações eletrônicas.

O Certificado Digital pode ser usado em diferentes contextos. O governo federal adotou a certificação digital em diferentes iniciativas, como Receita Federal, PROUNI, SIPREV, Caixa Econômica, Programa Juros Zero, INPI, TISS, ComprasNet, INSS, SIDOF, Sistema Financeiro, SPB, SISCOMEX, CAGED e outros.

Muitas prefeituras e Secretarias da Fazenda estão implementando o Certificado Digital em aplicações de NF-e, SPED Fiscal, EFD, livros fiscais de entrada/saída, IPI, apuração do ICMS e inventários.

Outros contextos são:

  • Sistema Judiciário: e-DOC, PJ-e, Homolognet, TRT (4ª Região), STJ, Diário da Justiça Online;
  • Cartório Eletrônico: CRSEC, ofício eletrônico;
  • Sistema de Saúde: TICS, CFM;
  • Carteira de Identidade Profissional;
  • correio eletrônico (e-mail);
  • assinatura de documentos de forma eletrônica;
  • micro e pequenas empresas;
  • Simples Nacional / SIMEI;
  • RAIS (Relação Anual de Informações Sociais);
  • MTE CNES (Cadastro Nacional de Entidades Sindicais);
  • carteirinha de estudante com Certificado Digital.

Entre em contato com a WM Tecnologia da Informação para tirar suas dúvidas e obter o Certificado Digital!

Fonte: Valid Certificadora

Resoluções aprovadas na última reunião do Comitê Gestor da ICP-Brasil são publicadas no DOU

Foram publicadas no Diário Oficial da União – DOU de hoje, 22, as Resoluções nº 131 e 132 aprovadas na última reunião do Comitê Gestor da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – CG ICP-Brasil, realizada no dia 10 de novembro.

Resolução nº 131 inclui itens no DOC-ICP-05, versão 4.3, no DOC-ICP-05.02, versão 1.5. Já a Resolução nº 132 cria o DOC-ICP-17, que institui o Prestador de Serviço de Confiança – PSC para armazenamento de chaves privadas de usuários finais e serviços de assinatura digital no âmbito da ICP-Brasil.

Acordo de Cooperação

Também foi publicado no DOU de hoje, 22, despacho do Coordenador do Comitê Gestor da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – CG ICP-Brasil dando publicidade à aprovação que o colegiado deu à proposta de Acordo de Cooperação Técnica a celebrar-se entre o ITI, a Unidade de Certificação Digital do Uruguai e a Agência para o Desenvolvimento da Governança Digital, Sociedade da Informação e do Conhecimento da República Oriental do Uruguai – Agesic na área de Infraestrutura de Chaves Públicas e assinaturas digitais.

 

Fonte: ITI

DINAMO Pocket é lançado para armazenar Certificados Digitais

DINAMO Pocket atende micro, pequenas e médias empresas.
Dispositivo será vendido nos modelos de produto ou serviços e tem capacidade para arquivar até 200 certificados digitais em nuvem com preço a partir de R$ 300,00 mensais

A DINAMO Networks, empresa brasileira especialista em criptografia digital e segurança da informação, lança em parceria com as principais Autoridades Certificadoras do Brasil, o DINAMO Pocket, o primeiro dispositivo portátil do mercado para guarda segura e gerenciamento de múltiplos certificados digitais.

O DINAMO Pocket é a evolução dos dispositivos atuais (smart cards e tokens), pois armazena em um mesmo hardware até 200 certificados, possui backup na nuvem e permite múltiplos acessos de forma rápida e segura. O dispositivo foi idealizado para micro, pequenas e médias companhias dos mais diversos segmentos.

Além de armazenar até 200 certificados digitais, substituindo os ‘smarts cards’ (cartão identificador do Decodificador Digital) e Tokens, o produto garante acesso remoto a múltiplos usuários de uma mesma empresa.

Ao contrário das opções atuais, o hardware é conectado à rede da empresa, o que permite que os usuários acessem os certificados digitais de qualquer ponta da rede local ou do mundo caso o DINAMO Pocket esteja ligado a internet. Atualmente, para realizar uma operação que demande assinatura digital, o usuário precisa estar de posse do smart card ou token e se ele precisar de mais de um certificado, deverá andar com diversos dispositivos.

O backup em Cloud do Dinamo Pocket garante ainda mais segurança em caso de perda, dano ou problemas no equipamento, visto que ele pode ser rapidamente substituído e todos os certificados são automaticamente transferidos para o novo aparelho e apagados do antigo.

O DINAMO Pocket pode ser comprado ou contratado como Software as a Service (SaaS), a partir de R$ 300 por mês, pode ser adquirido exclusivamente através das principais autoridades certificadoras (ACs) –  entidades responsáveis pela emissão de certificados digitais.

Já fechamos parceria com duas delas e, até o final do ano, pretendemos que oito certificadoras estejam apresentando nosso produto e serviço ao mercado. Por meio de consignação, acreditamos que o investimento nesta tecnologia seja acessível e mais democrático às empresas que antes não podiam dispor de altos valores para adquirir o tradicional HSM DINAMO, hoje utilizado pelas principais instituições financeiras”, revela CEO da DINAMO Networks.

O DINAMO Pocket é uma derivação do Host Security Modules (HSM) da DINAMO Networks. A tecnologia oferece um ambiente seguro para o gerenciamento do ciclo de vida das chaves de segurança (criptográficas) de uma companhia, além de fornecer assinatura e certificação digitais, autenticação, sigilo, integridade e inviolabilidade das informações da infraestrutura de TI e diretamente ligadas ao negócio. Com a tecnologia é possível reduzir riscos e custos operacionais.

O DINAMO Pocket, assim como o HSM, foi desenvolvido sob rígidas normas internacionais de segurança e homologados pelo Instituto de Tecnologia da Informação (ITI), no Brasil, órgão federal vinculado à Casa Civil da Presidência da República. O reconhecimento atesta que as aplicações da DINAMO Networks atendem às exigências e padrões de proteção – um grande diferencial de mercado frente à concorrência”, afirma Zanini.

Após investimento de mais de R$ 10 milhões em pesquisa e desenvolvimento realizados nos últimos quatro anos, o DINAMO Pocket chega ao mercado brasileiro e no mundo de forma pioneira.

Para 2017, a empresa acredita que comercializará no primeiro ano, 1000 peças. Para o ano fiscal que será concluído no mês de abril, esperam atingir receita de R$ 8,5 milhões, e com este novo produto, a previsão de faturamento, nos próximos três anos, é de R$ 70 milhões.

Fonte: CryptoID